Este é o mote de um programa que nasceu fruto dos esforços conjuntos do Colégio Americano de Medicina Desportiva (American College of Sports Medicine) e da Associação Americana de Medicina (American Medical Association) e que tem como principais objectivos a divulgação e implementação do exercício enquanto meio fundamental de prevenção e tratamento de variadas doenças crónicas ("Exercise and physical activity are important to health and the prevention and treatment of many chronic diseases").
De facto, em termos de inovação (numa perspectiva de intervenção comunitária), este programa alerta para a necessidade de avaliação dos níveis de actividade física em todos os pacientes ("More should be done to address physical activity and exercise in health care settings") e o rol de patologias evitáveis e/ou passíveis de terapêutica via actividade física e/ou exercício. No site encontramos informação diversificada para variadíssimas afecções e estados patológicos: “Brain Injury, Coronary Artery Bypass Surgery, Heart Attack, Stroke, Alzheimer's, Amyotrophic Lateral Sclerosis, Anxiety and Depression, Arthritis, Asthma, Atrial Fibrillation, Cancer, Cerebral Palsy, Lower Back Pain, Muscular Dystrophy, Peripheral Arterial Disease, Polio or Post-Polio Syndrome, Type 2 Diabetes, Visual Impairment” - http://www.exerciseismedicine.org/YourPrescription.htm
Todos estes predicados conduzem a um suposto sucesso, mas traçando uma quadro mais negro enuncio uma questão que, numa perspectiva crítica sempre me despertou curiosidade:
Em termos económico-financeiros quem ganha/perde com a Saúde ou doença da população?
Avanço com, uma possível resposta, remetendo o leitor para o seguinte excerto do livro “The Truth About the Drug Companies”: “Drugs are the fastest-growing part of the health care bill—which itself is rising at an alarming rate” - www.nybooks.com/articles/17244
Este novo programa, instituído por instituições de credibilidade científica indubitável coloca o dedo na ferida: “exercise can also be a powerful complement to traditional medical intervention and, in many instances, may allow a physician to significantly reduce a patient's drug dosage or eliminate the need for medicine altogether.

